domingo, 17 de julho de 2011

Nossos mentores?



       Pensemos! É sabido que os religiosos sempre foram contra a doutrina dos espíritos e seus princípio espirituais deste o surgimento do espiritismo, campanhas contra seus princípios existênciais, tentando levar ao descrédito e ao ridículo. Vide o ato de Barcelona, na Espanha quando esses religiosos queimaram os livros dos espíritos em praça publica tentando reprimir os conceitos da doutrina dos espíritos. Tiro que saiu pela culatra pois, foi sua grande divulgação. 
   Temem os religiosos, a imortalidade, reencarnação, comunicabilidade, pluralidade dos mundos, enquanto a doutrina dos espíritos tira de Deus as responsabilidades de nossos atos nos mostrando que o verdadeiro perdão de Deus é a reencarnação, dando a oportunidade a todos igualmente como já havia alertado o mestre Jesus quando coloca: "A CADA UM SEGUNDO AS SUAS OBRAS". Colocando por fim o céu e o inferno. Mostrando a todos que nos é que criamos esse estagio consciêncial determinado pelas repercussões de nossas ações.

     Quando desencarnamos ou retornamos ao plano espiritual continuamos nossa evolução espiritual, provocados pela lei de progresso, lei esta que nos impulsiona para nossa ascensão como espíritos que somos, refletimos nossas ações no plano material e buscamos através de ações nos reabilitamos perante a lei natural que um dia burlamos.

       E o que vemos no nosso movimento espírita principalmente no nosso Pais onde a maioria de nossos mentores espiritual são padres, frei, freira e toda espécie de religiosos aqueles mesmos que um dia perseguiram a nossa doutrina TENTADO LEVA-LA AO RIDÍCULO e ainda continuam, querendo transformar as casas espíritas em templos religiosos incultando ritos, dogmas, cânticos e todas espécies de praticas esdrúxulas que não levam a nada, repetido praticas Milenar que nunca ajudou o homem em nada, só criando utopia, levando o ser a se distanciar de Deus, pois colocam na divindade nossas responsabilidades morais, quando nos somos os verdadeiros artífices das nossas felicidades ou infelicidades. Manipulando os presidentes espíritas, seus coordenadores e/ou trabalhadores obsediando a todos. Manipulando a todos com suas tendenciosas praticas. Será que ao desencarnar viraram espíritas? Pois sabemos que o Ser leva consigo suas aptidões, condicionamentos, tanto assim, que esses espíritos ainda conservam suas vestes, ainda aparecem vestidos a caráter com sempre viveram. Se mudaram seus pensamentos porque continuam a aparecer como sempre viveram? Fiquemos alertas para não nos iludimos. 

     A onde estão espíritos sérios, estudiosos da doutrina, pesquisadores, homem que sempre defenderam e trabalharam pela doutrina? Porque não se comunicam na maioria dos centros espíritas (será que não há mais estudos sérios)? Pois hoje a maioria só estuda auto-ajuda, iluminação interior, inteligência emocional, não estudam mais a codificação espírita. Livros que nos ajuda a conhecer profundamente o ser. Será que Kardec esta ultrapassado? Se estar, quem veio no lugar dele? O que falta é sintonia e seriedade no movimento espírita com essa pleia de espíritos sérios que não se corrompem perante seus ideais.
     
      É amigos infelizmente e essa nossa realidade! Já disse Leon Denis: "O espiritismo será o que dele fizerem os homens" , pois talvez a ausência de espíritos seja a falta de sintonia, pois pela lei de atração  os afins se atraem e os opostos se repelem. Busquemos através do estudos sérios a esses amigos, que com certeza virão em nosso encontro. Busquemos o mestre Jesus através dos seus evangelhos o esclarecimento contidos neles trazendo  para nossa vida diária.

     Melhor rejeitar nove verdades que aceitar uma única mentira - disse Kardec. Ouvir o que dizem os espíritos, mais busquem nas entrelinhas os conteúdos de suas palavras. A mensagem que levam a mudança moral é coletiva, raramente são mensagens individuais, pois espíritos sérios respeitam o livre arbítrio de todos nós e nem sabem de tudo, pois seus conhecimentos vão ate seu limite intelectual. Por isto devemos buscar o conhecimento, para em parceria com esses espíritos sermos parceiros, ferramentas trabalhadas e prontas para o trabalho.




Kleber Rosemberg
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sábado, 9 de julho de 2011

A doutrina Kardecista e a diferença das religiões espiritualista.

 
 
Vemos que ainda há muitas pessoas que confundem o espiritismo com algumas religiões espiritualista, e que muitas vezes referem-se a elas como se fossem iguais ou como um segmento do espiritismo. Não é porque uma religião crê na vida após o desencarne, ou, porque seus adeptos mantenham práticas mediúnicas que pode ser denominado como Espiritismo.
É muito importante compreender que o espiritismo é único! Não há divisões e nem diferença entre o espiritismo brasileiro e o espiritismo francês, nem segmentos diferentes como espiritismo de mesa ou linha branca. Não temos rituais, nem dogmas e nem hierarquia doutrinária. Em nossas reuniões não têm culto a imagens, incensos, velas, bebidas e nem danças. Os médiuns espíritas não jogam tarô, não lêem as mãos, nem baralho e nem búzios. Não fazemos sacrifícios de animais, nem oferendas e nem uso de talismãs. Não há “trabalhos” para amarrar ou trazer marido ou para passar no vestibular nem qualquer outra coisa parecida.
Então se o leitor até este momento associava alguma destas informações ao Espiritismo é o momento certo de mudar o seu conceito.O Espiritismo é uma doutrina de conseqüências éticas e morais. Foi fundamentada nos ensinamentos transmitidos pelos espíritos e foi transcritos e decodificado por Allan Kardec. Estes ensinamentos estão registrados em suas obras básicas que compõem a codificação da doutrina Espírita. São as seguintes obras:
1.    O LIVRO DOS ESPÍRITOS (publicado em 18 de abril de 1857);
2.    O LIVRO DOS MÉDIUNS (publicado em janeiro de 1861)
3.    O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO (publicado em abril de 1864)
4.    O CÉU E O INFERNO (publicado em agosto de 1865)
5.  A GÊNESE, OS MILAGRES E AS PREDIÇÕES SEGUNDO O ESPIRITISMO (publicado em janeiro de 1868)
6.    OBRAS PÓSTUMAS (publicado em 1890)

OUTRAS OBRAS

Além das Obras Básicas da Codificação Espírita, Allan Kardec contribuiu com outros livros básicos de iniciação doutrinária, como:

• A obsessão;
• Catálogo racional para a criação de uma biblioteca espírita;
• Instruções práticas sobre as manifestações espíritas;
• O espiritismo em sua mais simples expressão;
• O que é o espiritismo;
• Resumo da lei dos fenômenos espíritas;
• Revista espírita, “jornal” que esteve sob sua direção por 12 anos;
• Viagem espírita em 1862.

Através da obras básicas temos a doutrina Espírita da forma que deve ser apresentada em todas as casas que se dizem espíritas. Até porque, os termos espiritismo, espírita e espiritista foram criados por Allan Kardec para se referir ao estudo e aos seguidores da Doutrina Espírita.
Portanto, são chamados de espírita os seguidores desta doutrina. E mesmo com outras as doutrinas espiritualista , não convêm que elas se denominem ou sejam chamadas por pessoas sem conhecimento, de espíritas.

É IMPORTANTE ESCLARECER

Para que possa esclarecer ainda mais sobre as religiões espiritualista e a Doutrina dos Espíritos temos como ponto de encontro um item muito importante entre elas: a mediunidade.

A mediunidade é uma faculdade humana e não uma propriedade do Espiritismo. O Espiritismo não a criou, ela sempre existiu desde inicio dos tempos. O que o Espiritismo faz é estudar esta faculdade a fundo e assim educá-la para o uso racional e direcionado para ajudar a quem necessita e também ao próprio médium. Da forma que o Jesus ensinou “dar de graça o que de graça recebeu.”

Todo espírita procura na doutrina uma harmonia com a lógica. Para isso é necessário estudar e investigar tudo que se aprende. Com o espiritismo o homem se sente livre para novas formas de ver “verdades” que em algumas religiões, são ditas como absoluta. Tendo como base o raciocínio lógico e ciência, o espírita se diferencia das religiões que prende o homem em idéias inconcebíveis para conhecimento que hoje dia é proporcionado ao ser. Allan Kardec, pioneiro nos estudos e nos fenômenos espíritas, recebeu dos espíritos, que já previam este conflito, a seguinte orientação: “Se algum dia a ciência comprovar que a Doutrina Espírita está errada em algum ponto, cumpre ao espírita abandonar esse ponto equivocado e seguir a orientação da ciência”.

É como diz o ditado popular: Contra fatos não há argumentos. É muito importante ao leitor saber diferenciar o que é o espiritismo e dos lugares que se dizem espíritas, e saber com toda certeza em que lugar estar freqüentando.

Iara Brandão
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terça-feira, 28 de junho de 2011

Transtorno mental ou mediunidade?


Talvez você já tenha ouvido de alguém que precisa desenvolver sua mediunidade num centro mas não deu a esta sugestão a devida importância, por preconceito teve medo de assumir esse compromisso, ou ainda não sabia que tinha uma mediunidade aflorada.


Mas, por que é preciso desenvolvê-la? Para quem não sabe, antes de reencarnar, no astral, muitos médiuns assumiram com os espíritos superiores o compromisso de se tornarem instrumentos da espiritualidade na existência atual. Assumiram o compromisso de exercerem sua mediunidade para saldarem seus compromissos paligenésicos por conta de prejuízos causados numa vida pretérita a muitas pessoas. Neste caso, a mediunidade representa uma oportunidade de evolução e reparação de erros cometidos outrora.


No entanto, por conta do véu do esquecimento de seu passado ou da lei do esquecimento (uma das leis às quais todos estão sujeitos nessa vida terrena) muitos esquecem seu verdadeiro propósito de vida: virem para servir como médiuns.E o que acontece se a pessoa não exerce sua mediunidade em prol de outros seres humanos? Obviamente, cada caso é um caso, mas o que observo nos assistidos que estão nessa condição, que vêm em busca de ajuda  nos centros espíritas, é que suas vidas ficam todas emperradas e, em muitos casos, em praticamente todos os aspectos: afetivo, financeiro/profissional, familiar, social, da saúde, etc.


Estão quase sempre doentes e os médicos não descobrem a causa dos problemas porque as doenças de origem espiritual não aparecem nos exames médicos.Há ainda aqueles assistidos que, enquanto não trabalharem como médiuns num centro espírita, eram vítimas de obsessores espirituais que não lhes davam sossego. Há também aqueles que, por conta dos inúmeros problemas emocionais (crises de choro sem causa aparente, depressão, angústia, ansiedade, transtorno de pânico, provocados por seus obsessores espirituais) procuram a ajuda de um terapeuta (psicólogo ou psiquiatra), mas, por ainda considerar a mediunidade como um fenômeno anômalo, patológico, o profissional poderá rotular equivocadamente os pacientes médiuns como portadores de distúrbios psiquiátricos. Desta forma, lamentavelmente, a maioria dos profissionais da área de saúde não faz um diagnóstico correto, não distinguindo um aspecto mediúnico de um distúrbio psiquiátrico propriamente dito. Por isso, é bastante comum receber em meu consultório médiuns rotulados pela psicologia ou psiquiatria oficial de esquizofrênicos, psicóticos, com transtorno bipolar (alternância de humor extremada), síndrome do pânico, depressão, etc.


Então como distinguir um transtorno mediúnico de um transtorno psiquiátrico? Os médiuns são todos aqueles que servem de intermediário entre os espíritos desencarnados e os encarnados e que a grande maioria dos psiquiatras e psicólogos consideram os médiuns como portadores de distúrbios psiquiátricos. Por conta disso, não existe ainda um diagnóstico diferencial entre um distúrbio mediúnico, que é normal, de um distúrbio mental, psiquiátrico, que é patológico, doentio.Desta forma, nem todos aqueles que dizem ver e/ou ouvirem vozes de seres espirituais, sofrem de uma desordem mental, psiquiátrica, sendo portadores de um quadro de esquizofrenia.



Nas Faculdades de Medicina e de Psicologia é ensinado que reencarnação não existe, que a vida começa no útero e que espíritos não existem; por isso, quem vê seres espirituais e/ou ouve suas vozes é diagnosticado prontamente como sofrendo de um transtorno mental grave, ou seja, psicose, esquizofrenia.
A psicologia treina então a diagnosticar os pacientes dessa forma, mas sem nunca fazer uma investigação mais ampla e cuidadosa para distinguir se o que eles diziam era real ou imaginário, fruto de suas mentes enfermas ou que simplesmente alguns assistidos podem estar falando a verdade, que  estejam realmente vendo e/ou ouvindo os espíritos, ou seja, que essa pessoa tem uma sensibilidade maior para perceber o mundo espiritual.


Porém, quando começamos a trabalhar com a espiritualidade nos deparamos com os relatos dos assistidos sobre as revivências traumáticas de suas vidas pretéritas e as manifestações de seres espirituais obsessores a quem eles prejudicaram em suas existências passadas desta forma sendo comprovados fenômenos causados por manifestações espirituais.


Como praticante da doutrina dos espíritos pude presenciar algumas curas de pacientes rotulados por psiquiatras de esquizofrênicos, psicóticos, bipolares, etc., constatando assim que o paradigma médico e psicológico  - ainda hoje ensinado nas Universidades-, está profundamente equivocado, pois não trata o ser humano como um todo (mente, corpo e espírito), adotando, portanto, um critério científico puramente organicista, não levando em consideração a existência da alma, do espírito.


Embora exista uma sutil fronteira para diferenciar um distúrbio mediúnico de um distúrbio psiquiátrico, aqui estão os sintomas mais comuns de uma mediunidade em desarmonia:


- 1) Sensação de peso, pressão na cabeça, na nuca, nos ombros ou nas costas;
- 2) Insônia, desassossego, pesadelos constantes de estar sendo perseguido;
- 3) Nervosismo acentuado (irritação por motivos banais);
- 4) Calafrios e arrepios constantes no corpo ou partes do corpo (sensação de frio nas mãos e pés);
- 5) Cansaço geral, desvitalização, desânimo;
- 6) Humor instável, alternância de humor extremada; tristeza profunda ou excessiva alegria, sem razão aparente;
- 7) Ver e/ou ouvir seres espirituais, senti-los, principalmente, antes de dormir (estado de pré-sonolência) e/ou ao acordar pela manhã.


Mas desejo ressaltar que cada caso é um caso; por isso reafirmo que é importante realizar uma análise mais detalhada e cuidadosa de cada caso para sabermos distinguir um evento mediúnico de um distúrbio mental.

Aí pergunto ao caro leitor: Qual afinal a causa desses transtornos? O que faz uma pessoa ficar deprimida? Sabe-se que a  depressão é um transtorno de humor que vem aumentando significativamente no mundo todo. Vejamos quais são os sintomas clássicos de uma depressão?


- Sensação de vazio;
- Choro fácil e constante;
- Interesse e prazer pela vida acentuadamente diminuída;
- Perda da libido;
- Distúrbio do sono (excesso de sono, só querer dormir, ou sua falta, isto é, insônia, acordar de madrugada, sono intranquilo, agitado);
- Distúrbio alimentar (falta ou excesso de apetite);
- Fadiga constante, desânimo, desmotivação;
- Falta de concentração, problemas de memória (esquecimento);
- Pensamentos negativos, recorrentes de suicídio;
- Desorientação, confusão mental, angústia, etc.

Mas por que a depressão vem aumentando consideravelmente?


São vários os fatores que estão provocando isso. Mas o que observo particularmente é que a falta de sentido, de perspectiva para a vida, o desamor, a solidão, a falta de fé, de esperança, o afastamento do lado espiritual são os aspectos que levam a um caminho equivocado, apenas no Ter, no consumismo exacerbado, no imediatismo, esquecendo-se do Ser. Ou seja, muitos esquecem que somos seres espirituais temporariamente passando por uma experiência terrena nesta jornada. Entram na hipnose coletiva, esquecendo-se do verdadeiro propósito a que vieram na vida presente, achando que estão aqui pela primeira vez nesse Planeta. E o pior, acreditam que a vida começa com o nascimento e termina com a morte física, ou seja, morreu, acabou tudo. Daí entram na ilusão mental, na crise do para quê?Para que viver? Qual o sentido da vida?

Rosana Santos
(pedagoga) 
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sábado, 18 de junho de 2011

Perguntas e respostas


O ESPÍRITO ENTRA NO CORPO DO MÉDIUM?
Não, o que existe é uma interpenetração psíquica, ou seja, o contato é mente com mente. Não sendo possível dois espíritos ocuparem o mesmo corpo.

O ESPIRITISMO SEGUE A BÍBLIA?
Não. Seguimos o ensinamentos de Jesus e seu Evangelho.

O QUE É PERÍSPIRITO?
Períspirito é o nome dado por Allan Kardec ao elo de ligação entre o Espírito e o corpo físico. Quando o Espírito está desencarnado, é o períspirito que lhe serve como meio de manifestação.

OBSESSÃO TEM CURA?
Sim. Para tanto é necessário que mudemos as nossas condutas morais. Disse Jesus : “ Cada um segundo as suas obras”

COMO É FEITA A CURA ESPIRITUAL ?
Através da regeneração das células em desequilíbrio com o corpo por espíritos químicos ou controles nos devidos trabalhos e sempre de acordo com o merecimento e necessidades de cada um. Disse Jesus: A ninguém será dado um fardo que não se possa carregar”

OS ESPÍRITOS VÊEM TUDO O QUE FAZEMOS?
Veêm mais do que pensas.Interferem em nossa vida muitas vezes chegando ao ponto de nós conduzir. Por isso devemos ter cuidado com o que pensamos.Disse Jesus: Orai e vigiai !

QUAL O SIGNIFICADO DA PALAVRA ESPÍRITO?
Principio Inteligente, organizador biológico do ser.

ENTRE A DOR FÍSICA E A DOR MORAL, QUAL DAS DUAS FAZ VIBRAR MAIS PROFUNDAMENTE O ESPÍRITO HUMANO?
A moral. Pois as dores físicas acabam com o corpo.

QUEM É KARDEC? ONDE NASCEU O ESPIRITISMO?
Allan Kardec é o codificador da doutrina Espírita, foi o organizador das informações obtidas junto aos espíritos através de médiuns, avaliando-as, comparando-as e editando-as nas obras da codificação, tendo como títulos:  

  1. O Livro dos Espíritos, 
  2. O Evangelho Segundo o Espiritismo, 
  3. O Livro dos Médiuns, 
  4. A Gênese, 
  5. O Céu e o Inferno.

O espiritismo como doutrina, no entanto, surgiu a partir da publicação, na França, em 1857, de O livro dos espíritos, de Allan Kardec, pseudônimo do professor Hippolyte Léon Denizard Rivail. Considerado a obra básica do espiritismo, o livro de Kardec codificava a doutrina espírita, resumindo-a em cinco pontos:

1) Imortalidade;
2) Reencarnação
3) Comunicabilidade com os espíritos



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sábado, 11 de junho de 2011

Código penal da vida futura

 
O espiritismo não se apóia numa autoridade de ordem particular para formular um código fantasioso. Suas leis no que respeita o futuro da alma seriam analisadas e observação positivas sobre os fatos:

- A alma ou espírito sofre na vida espiritual as conseqüências de todas as imperfeições que não conseguiu se livrar na sua vida corpórea. Seu estado feliz ou infeliz depende do seu grau de depuração ou imperfeição não a um só ato de imperfeição da alma que não lhe traga conseqüências desagradáveis; e um ato de perfeição ou de bondade que também não traga conseqüências agradáveis. A soma dos sofrimentos e proporcional a soma das imperfeições;
- Em virtude da lei de progresso tendo cada alma a possibilidade de conquistar o bem que lhe falta e libertando do mal, segundo seus esforços e sua vontade mostrados assim que o futuro abre a toda criatura;
- O sofrimento sendo conseqüência das imperfeições, a alma leva em si mesma o seu próprio castigo onde quer que se encontre (não há um lugar circunscrito para ela  o “inferno” esta assim, para toda parte ,onde quer que existem  almas sofredora, como o “céu”esta por toda parte, onde quer que existem almas felizes);
- O bem e o mal que praticamos são resultados das boas e das más qualidades que possuímos. Se toda a imperfeição e fonte de sofrimento, o espírito deve sofrer não só por todo mal que tenha feito, mas também por todo o bem que podia e que não fez durante sua vida terrena;
- A justiça de Deus sendo perfeita, todo o mal e todo o bem são rigorosamente levados em conta. Se não ha uma única ação má, um só mau pensamento que não tenha conseqüências funestas, também não há única ação boa, um só bom movimento da alma, numa palavra, o mais ligeiro mérito que fique perdido. Por pior que seja o indivíduo, pois ai começará o progresso;
- A expiação varia segundo a natureza e a qualidade das faltas cometidas, a mesma falta pode assim ter conseqüências diferentes, segundo as circunstâncias agravantes ou atenuantes  as quais foram cometidas;
- A duração do sofrimento do espírito esta condicionada à melhora moral do espírito.
- O arrependimento é o primeiro passo para o melhoramento.  Mas ele apenas não basta sendo necessários a “provação” e a “expiação”;
- O arrependimento suaviza as dores da expiação porque desperta a esperança e prepara a reabilitação, mas somente a reparação pode anular a efeito e pulverizar a causa. O perdão seria uma graça e não uma anulação da falta;
- O arrependimento por se só não basta e necessário anular as faltas com ações boas para pouco a pouco nos reabilitarmos perante as leis naturais. Disse Kardec: “problemas morais só se resolvem com soluções morais”;
- Um fenômeno sempre freqüente entre os espíritos de certo grau de inferioridade moral consiste em se acreditarem ainda vivos após a morte, e essa ilusão pode se prolongar durante anos, através dos quais eles experimentam todas as necessidades, todos os tormentos e todas as perplexidade da vida;

Apesar da diversidade de gêneros e graus de sofrimento dos espíritos imperfeitos, o código penal da vida futura pode se resumir nestes três princípios:

- O sofrimento e inerente a imperfeição;
- Toda imperfeição e toda a falta que dela decore, traz o seu proprio castigo nas suas conseqüências natural e inevitável, como a doença dos excessos, o tédio da ociosidade sem que haja necessidade de uma condenação especial para cada falta e cada indivíduo;
- Todo o homem podendo corrigir suas imperfeições pela sua própria vontade, pode poupasse dos males que delas decorem, e assegurar a sua felicidade futura;
- A cada um – disse Jesus – segundo as suas obras;
- A responsabilidade - disse Leon Denis - estabelecida pelo testemunho da consciência, que nos aprova ou censura segundo a natureza dos atos.
                                                                        

Kleber Rosemberg.


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segunda-feira, 6 de junho de 2011

ONDE ESTÁ A PAZ? SERÁ EM MIM?


Como ter paz diante de tantos assaltos, seqüestros, guerras e terrorismo, por isso nos perguntamos podemos ter paz com todo esse caos?
Desde os primórdios da humanidade a paz é o grande anseio, o grande desejo de todos os indivíduos. Ainda nos dias atuais esperamos que alguém ou algo nos dê a paz que tanto sonhamos. Ansiamos que algo mágico, um milagre ou alguma religião possa nos trazer essa tão esperada tranqüilidade.
Devemos raciocinar e ver que a violência e o desequilíbrio que nos rodeia é conseqüência direta da nossa violência interna, e que ninguém ou nada tem o poder de nos dar a paz que tanto sonhamos, a não ser nós mesmo. Desejamos a paz, mas não buscamos nada que nos proporcione a paz, assim nos afirmou Jesus.
Na ótica espírita, a paz individual nos trás a conquista da paz coletiva, esforço que cada um que nos faz hoje ser melhor que ontem, e assim continuamente. Allan Kardec através dos ensinamentos dos espíritos percebeu importantes formas de facilitar o nosso longo processo de crescimento espiritual. A reencarnação é a grande resposta para os nossos tormentos e conflitos íntimos.  
Reencarnação é sem sombra de dúvida a misericórdia divina para conosco, nos dando a chance de nos reabilitarmos perante as leis naturais, sendo que a cada nova existência, o espírito dá um passo na caminhada do progresso. Tem aqueles que demoram mais e outros que avançam mais rapidamente, porém, todos tendem a perfeição com Deus nos proporcionando todos os meios para chegarmos a tão esperada perfeição. Consistindo assim a justiça divina em que nos somos os construtores do nosso próprio destino. Léon Denis diz: “tua obra mais bela é tu mesmo”.
A reencarnação nos traz um sentido para a vida, esclarecendo os porquês dos fatos, chamando atenção para nossa responsabilidade, para com a nossa jornada evolutiva. O conhecimento que adquirimos através da reencarnação deveria facilitar a nossa vida, nos proporcionando em fim a nossa paz interior e, por conseguinte a social. A reencarnação nos mostra que ninguém é perfeito, mas estamos fardados a perfeição e a nossa caminhada é longa, por isso não podemos cobrar a perfeição nos outros e nem em nós mesmo, pois ninguém é igual a ninguém, e temos a mesma origem, fomos criados simples e ignorantes, mas estamos em estágios diferentes. Temos que acatar essa realidade nos outros e em nós, aprendendo a respeitar e a conviver com o diferente.
 Estamos aqui reencarnados para vivenciarmos experiências e aprendizagem, dentro dessa realidade que vivemos com momentos bons e ruins, com o mesmo objetivo: aprender sempre e usar os nossos potenciais como a serenidade. A espiritualidade tem nos trazido conhecimentos que são recursos para aprendermos a criar a paz que tanto sonhamos. Por isso pense, “A paz está em mim,” 

JANELUCIA DA SILVA GOMES


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sábado, 21 de maio de 2011

Livros psicografados



 Devemos estar atento às mensagens que os médiuns trazem através da psicografia, “mensagens do além túmulo” enviadas pelos espíritos, como verdades absolutas, que servem tão somente para termos noção das suas experiências, condicionamentos e a situação em que se encontra no plano espiritual. Experiências estas que são opiniões individuais que os espíritos emitem e que são opiniões pessoais como disse Kardec no livro dos espíritos, logo suas verdades são suas e não são verdades absolutas. Jesus nos traz também nos seus evangelhos informações que a cada um segundo suas obras e que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória logo somos responsáveis pela nossa felicidade ou infelicidade. O ser espiritual sempre responderá pela conseqüência dos seus atos.
 Histórias absurdas e sem nenhuma prova estão ai a torto e a direito sem análise crítica que deveria ser feita pelas federações espíritas, que nada fazem para conter estas informações. Levando a doutrina espírita ao ridículo e as mistificações, pois não ha como prová-las salvo poucas exceções como a primeira obra de Chico Xavier “Parnaso do Além Túmulo”, livro de prosas e poesias cujos autores já desencarnado, e que foi comprovado a sua autenticidades pela Academia Brasileira de Letras. É do conhecimento dos espíritas que não ha o processo puramente mediúnico e sim o processo medianímico, ou seja, manifestação do próprio espírito encarnando o qual trás seus pensamentos, condicionamentos e afinidades.
Logo são opiniões pessoais, diferentes de cada um, “porque somos iguais  apesar das nossas desigualdades” ( Carlos Bernardo Loureiro)  cada um com suas imperfeições  e acertos  cada um no seu momento e hora pois a lei de progresso nos leva sempre a frente queremos ou não.
Portanto vamos analisar aquilo que vamos ler estudar sempre a luz da doutrina dos espíritos para que possamos separar o joio do trigo, pois disse Kardec melhor rejeitar nove verdades que aceitar uma única mentira.

Kleber Rosemberg

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